Boas Práticas de Fabricação de Cosméticos e Saneantes - Setor Regulado
Objetivo Geral do Curso: Estabelecer e consolidar a cultura de Boas Práticas de Fabricação (BPF) entre todos os colaboradores, garantindo que todas as operações fabrís envolvidas estejam em total conformidade com os requisitos regulatórios vigentes. O foco central é transformar os requisitos normativos em uma cultura de qualidade prática, assegurando a integridade dos produtos desde o recebimento da matéria-prima até a expedição final, gerando as evidências documentais necessárias para a conformidade sanitária da empresa.
Resultado Esperados: Como reflexo direto dessa capacitação, espera-se a consolidação de uma operação fabril de alta performance e risco sanitário minimizado, onde a conformidade com as RDC n° 48/2013 (cosméticos) e RDC n° 47/2013 (saneantes) se manifesta na eliminação de erros de registro e na garantia de rastreabilidade plena de cada lote produzido. O resultado imediato será a redução drástica de não-conformidades e desperdícios, uma vez que a equipe, agora capacitada como fiscal da qualidade, passará a identificar e mitigar desvios de processo antes mesmo que eles comprometam o produto acabado. Operacionalmente, isso se traduz em uma planta sempre pronta para auditoria, com protocolos de higiene, sanitização, validação e calibração executados com precisão técnica, o que assegura a integridade microbiológica e físico-química dos cosméticos e saneantes. Em última análise, o treinamento entregará uma blindagem jurídica e regulatória para a empresa, reduzindo a probabilidade de autuações e recalls, enquanto fortalece a reputação da marca no mercado através da entrega de produtos invariavelmente seguros e padronizados para o consumidor final.
Descrição da Competência Priorizada no PDP: Curso voltado ao setor regulado e consequentemente não está prevista em PDP.
Carga Horária: 18 horas
Pré-Requisito para Participação na Capacitação: O curso é voltado aos trabalhadores que desempenham as atividades inerentes a uma indústria fabricante de produtos cosméticos e saneantes, desta forma, é pré-requisito, desempenhar atividades relacionadas a produção e controle de qualidade nas indústrias fabricantes de produtos cosméticos e saneantes.
E-Mail da Unidade Organizacional Responsável pela Capacitação: coisc@anvisa.gov.br
E-mail do atendimento.ggpes@anvisa.gov.br: Para questões relacionadas à plataforma
- Participantes inscritos: Não há nenhum estudante inscrito neste curso.
Introdução à inspeção em empresas desenvolvedoras de Softwares Dispositivos Médicos (SaMD)
Objetivo Geral do Curso: Capacitar inspetores sanitários, profissionais do setor regulado, consultores, prestadores de serviços e demais interessados no ciclo de vida de Softwares como Dispositivos Médicos (SAMDs) a compreender e aplicar conhecimentos técnicos-regulatórios essenciais às atividades de inspeção e fiscalização.
Resultado Esperados: Ter conhecimento essencial ao processo de inspeção para verificação de Boas Práticas de Fabricação (BPF) em desenvolvedoras de SaMDs, com uma visão sobre o controle de qualidade de softwares para aplicação factível em inspeções.
Entender os regulamentos de registro e notificação de SaMDs (RDCs 657/2022 e 751/2022) e saber identificar situações limítrofes de enquadramento.
Conhecer o marco regulatório de AFE e licenciamento para empresas fabricantes de produtos para saúde, incluindo desenvolvedoras de SaMDs.
Compreender e aplicar os elementos de desenvolvimento de softwares no ambiente de inspeção/auditoria.
Ter noções sobre as metodologias de controle e desenvolvimento de projetos mais usuais, incluindo planejamento, requisitos, verificação, validação, controle de mudanças e gerenciamento de riscos.
Obter noções mínimas de ferramentas e estruturas computacionais utilizadas no desenvolvimento de softwares.
Adquirir vocabulário mínimo para comunicação entre inspetores e desenvolvedores de software no ambiente de inspeção de BPF.
Descrição da Competência Priorizada no PDP: Tomar decisões e gerenciar de forma competente e estratégica os atos da organização.
Carga Horária: 20 horas
Pré-Requisito para Participação na Capacitação: Pré requisito: Ser inspetor do SNVS (conforme Cadastro de Inspetor do SNVS), e para o Setor Regulado – ser funcionário de empresa fabricante de SAMD.
E-Mail da Unidade Organizacional Responsável pela Capacitação: cgpis@anvisa.gov.br
E-mail do atendimento.ggpes@anvisa.gov.br: Para questões relacionadas à plataforma
- Instrutor: Marcelo Moreira
- Instrutor: Andre Sinoti
- Participantes inscritos: 264
Introdutório de Vigilância Epidemiológica para Portos, Aeroportos e Fronteiras - EPIVISA-IT
O Curso Introdutório de Vigilância Epidemiológica para Portos, Aeroportos e Fronteiras (Epi Visa – Introdutório), visa a capacitação sobre conceitos e normas das ações de vigilância em saúde pública para ambientes de PAF.
Este curso possui carga horária de 06 (seis) horas, e seu conteúdo se compõe de 4 temas:
1. Introdução à Vigilância em Saúde Pública;
2. Regulamento Sanitário Internacional (RSI);
3. Coleta de dados; e
4. Sistemas de Informação em Saúde.
Para dúvidas e sugestões: covig@anvisa.gov,br- Participantes inscritos: 46
Programa Nacional de Capacitação e Qualificação em Tecnovigilância
A Tecnovigilância foi formalizada no Brasil a partir da criação da Anvisa, e figura entre as áreas responsáveis pelo monitoramento de produtos sob vigilância sanitária, em todo o seu ciclo de vida, neste particular, dos dispositivos médicos.
Desde a implementação no Brasil, vêm sendo realizados esforços no sentido de fortalecer a vigilância e o monitoramento no Sistema de Notificação e Investigação em Vigilância Sanitária (Vigipós), os quais incluem a qualificação de pessoal, tanto de serviços de saúde, dos fabricantes, quanto dos entes o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS). Os resultados desse trabalho são percebidos na atuação em Tecnovigilância pelas Gerências de Risco e Núcleos de Segurança do Paciente, bem como na incorporação de algumas ações pelos entes locais do SNVS.
A qualificação e a capacitação são fundamentais para a preparação de profissionais, sua sensibilização para a importância da matéria, bem como para a inclusão de atividades de monitoramento dos dispositivos médicos na rotina de trabalho dos serviços assistenciais da atenção primária e especializada, das empresas responsáveis pela fabricação, importação e comercialização desses produtos e das vigilâncias sanitárias estaduais, municipais e do Distrito Federal.
Para tanto, requer o planejamento para ser uma atividade continuada, e não se esgote em ofertas pontuais, importantes para dar a partida, mas insuficientes para manter as partes interessadas mobilizadas para uma atuação regular.
Assim, a Gerência-geral de Monitoramento de Produtos sob Vigilância Sanitária (GGMON), por meio da Gerência de Tecnovigilância (GETEC) da Anvisa vem desenvolvendo o Programa Nacional de Capacitação e Qualificação em Tecnovigilância que, nesta fase conta com a parcerias da Aliança Brasileira da Indústria lnovadora em Saúde (ABIIS) para o fortalecimento do Vigipós.
O programa inicial foi possível graças a um Acordo de Cooperação Técnica entre a Anvisa e a ABIIS, que trouxe para a atividade profissionais de empresas que atuam no segmento de dispositivos médicos, no mercado brasileiro. Foram agregados profissionais do SNVS e de Hospitais Sentinelas, que puderam contribuir com sua expertise no desenvolvimento dos temas e na realização das video-aulas. As primeiras aulas foram gravadas em julho, e deste modo, alguns profissionais podem ter migrado para outras áreas ou não fazerem mais parte da instituição que representavam à época. Da mesma forma, alguns temas podem ter sofrido alterações, que não impactam no conteúdo do curso.
- Participantes inscritos: 3294



